domingo, 27 de junho de 2010

Marketing Verde

Marketing é uma função fundamental da empresa voltada para a identificação das necessidades, carências e valores de um mercado-alvo, visando a sua satisfação com rapidez, qualidade e eficiência.


Considerando estas variáveis é que as estratégias são montadas para vencer a  guerra de mercado que as empresas travam entre si na luta pela conquista e manutenção de clientes.


A vida em sociedade é um grande exercício para o desenvolvimento contínuo da espécie humana através da cidadania, do consumo, do trabalho, etc.




A atividade econômica mundial, baseada na produção de massa e no consumismo (mercado globalizado) acaba definindo e impondo estilos e comportamentos que interferem diretamente na qualidade de vida da população. Esta situação se expressa através das tendências e preferências de consumo. No caso dos grandes centros urbanos a questão qualidade de vida (determinada por fatores sócioambientais) é considerada uma demanda urgente.
Dentro deste cenário é que surgiu o chamado marketing verde, produtos e serviços direcionados a um segmento específico que valoriza e consome produtos ecologicamente corretos.
No caso do marketing verde, trata-se de um nicho (pequeno segmento da sociedade) crescente do mercado. É considerado nicho porque é ainda incipiente o que determina baixo volume de produção e consumo, e é crescente, porque está dentro da necessidade urgente de melhores indicativos de qualidade de vida.


O Nicho verde é um segmento específico do mercado que valoriza produtos e serviços ecologicamente corretos por conhecer, compreender e não aceitar as conseqüências das atividades extrativistas e não sustentáveis que provocam o esgotamento de recursos naturais para as atuais e próximas gerações.



Nós seres humanos consumimos recursos naturais vitais renováveis (Ar, Água, Alimento) e não-renováveis (petróleo, minerais, etc.). Tudo que consumimos vem da natureza, e no caso de bens e serviços na sua grande maioria são oriundos de recursos naturais não renováveis.


Como o sistema atual de produção e consumo em massa, a velocidade para o esgotamento é alta, o que significa um desequilíbrio na lei da oferta e procura.



Não podemos esquecer que só podemos discutir qualidade de vida após termos assegurado as condições básicas para a própria vida no planeta. Tudo que colocar em risco a vida no planeta, não fará sentido algum para a qualidade de vida, pois a situação óbvia para demanda de qualidade de vida é a própria vida.


Vivemos uma equação que não se fecha: um planeta limitado fisicamente, uma população crescente (6 bilhões), um estilo de vida extrativista (recursos não-renováveis) e poluidor (descartável) determinando um rápido esgotamento de tudo aquilo que nos proporciona vida (água, ar, solo, fauna e flora) e qualidade de vida (petróleo, minerais, energia, espaço, etc.). A possibilidade de extinção da vida vem nesta sequência: Primeiro são as plantas, depois os animais e depois o próprio homem é que sentirá os efeitos negativos da devastação e da poluição ambiental.
A humanidade está usando 20% a mais de recursos naturais do que o planeta é capaz de repor. Com isso, está avançando sobre os estoques naturais da Terra, comprometendo as gerações atuais e futuras segundo o Relatório Planeta Vivo 2002, elaborado pelo WWF e lançado em 2002 em Genebra.


Inovações Tecnológicas:
Por outro lado, acesso a tecnologias mais limpas e a própria tecnologia de informação e difusão de conhecimentos agilizam processos e mudanças de hábitos e atitudes. Hoje, já se reconhece a receptividade da atual geração por uma nova ordem de consumo.


O nicho verde trabalha com tendências atuais e futuras, com novos hábitos de consumo, novos produtos e novos mercados.
Cada Geração avança 1 passo em comparação a anterior. Nos próximos 20 anos teremos decisões mais precisas, escolhas mais responsáveis.


Hoje já temos nas prateleiras opções de produtos ecológicos como o alimento orgânico, produtos reciclados, carros menos poluidores, equipamentos elétricos com menor consumo de energia, detergentes biodegradáveis, serviços de coleta seletiva de lixo,etc.




Consumo Responsável
Fazemos parte do ecossistema com uma participação muita pequena (somos uma das espécies) porém, com grande poder de interferência positiva e/ou negativa. E assim sendo, uma percepção maior do consumidor tendo uma atitude mais critica no momento da compra contribuirá muito para acelerar investimentos em tecnologias limpas, produtos e posicionamentos ecologicamente corretos e responsáveis, permitindo assim, os ajustes necessários para a conquista e manutenção de melhores índices de qualidade de vida, baseado na sustentabilidade dos sistemas natural e econômico. VIVA O CONSUMO RESPONSÁVEL.



Muitas desta práticas verdes já chegaram a area de saúde e é isto que veremos na próxima postagem!


Até lá!

6º Concurso Causos do ECA

6º Concurso Causos do ECA


Muitas histórias, um só enredo




O Portal Pró-Menino lança o 6º Concurso Causos do ECA, que tem como objetivo divulgar histórias reais de vidas transformadas pela correta utilização do Estatuto da Criança e do Adolescente.






Qualquer pessoa, de qualquer idade, pode participar!


É no desejo de valorizar a prática dos direitos da criança e do adolescente que a gente se encontra.

sábado, 5 de junho de 2010

Divulgação é Essencial

Divulgue-se!!!
Ter um bom atendimento, capacitar-se tecnicamente e acumular experiência são fatores que pesam bastante para um profissional da área de saúde.
Um profissional com pouca experiência e com fluxo baixo de pacientes, pode ser visto com desconfiança.
Uma sólida formação profissional e a bagagem profissional contam muito, mas não representam todos os fatores geradores de sucesso.
Saber trabalhar sua imagem e entender a melhor forma de" vender" sua marca no mercado, tambem faz toda a diferença..
A boa aceitação entre os seus pacientes pode depender em grande parte da confiança transmitida na sua interação com eles.
Comunicação não é apenas para profissionais de Publicidade e Marketing. Dialogar bem com o público é fundamentalem qualquer carreira.
O médico ou o dentista precisa se comunicar bem com seus pacientes, colaboradores e colegas de profissão.
Colocar-se no lugar do outro, comunicando-se de forma compreensível e cordial para seu ouvinte, pode ajudar no exercício da empatia, fundamental para uma comunicação eficiênte! 


Um profissional de sucesso precisa de ações para divulgar seu trabalho(o que não incluí só propaganda).
As pessoas precisam conhecê-lo. Arregace suas mangas, divulgue-se e treine sua equipe para tambem divulgar. Pode ser através das redes sociais, informativos, artigos em revistas., cartões de visitas sempre à mão.
Atenção tambem deve ser dado ao seu banco de dados. Lembre-se que uma rede de relacionamentos profissional é algo a ser cultivado e valorizado que pode garantir mais pacientes no seu consultório.


Até mais!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Desafios da empresa prestadora de serviços de saúde

Diferenciação




Nestes dias de intensa concorrência de preços, as empresas de serviço de saúde freqüentemente se queixam da dificuldade de diferenciar seus serviços dos de seus concorrentes. Quando os clientes/pacientes consideram semelhantes os serviços de fornecedores diferentes, preocupam-se mais com o preço do que com o fornecedor. A solução é evitar ao máximo a concorrência de preços e para isso é preciso desenvolver um planejamento estratégico de oferta, fornecimento e imagem diferenciadas. Este planejamento é realizado com o conhecimento do marketing moderno, aplicado de forma ética no setor da saúde.


A oferta deve incluir aspectos inovadores para distingui-la das ofertas dos concorrentes.



A empresa que regularmente descobre inovações desejadas conquista uma série de vantagens temporárias, e através de sua reputação inovadora pode manter os clientes/pacientes que desejam a melhor qualidade de serviço.



Um exêmplo de oferta diferenciada é a clínica de odontologia que investe em um aparelho de laser para realizar o clareamento dental ou uso de diagnóstico por tomografia 3D.



Quanto ao fornecimento, pode ser diferenciado de três maneiras: através das pessoas, do ambiente físico e do processo.



A empresa de saúde pode distinguir-se contratando pessoas de contato com o público mais capazes e confiáveis do que aquelas de seus concorrentes; pode desenvolver um ambiente físico de qualidade superior onde são prestados os serviços, ou mesmo, onde são criados e processados os serviços, dentro do conceito de cuidar de quem cuida do paciente.



Qualidade



A chave é superar a expectativa do cliente quanto à qualidade de serviço, ou seja, prometer apenas o que puder fornecer (ou um pouco menos) e forneçer mais do que prometeu.



Se o serviço percebido de uma determinada empresa excede a expectativa do serviço, os clientes sentem-se inclinados a voltar à utilizá-la.



Mas, por maior que seja o empenho, mesmo as melhores empresas irão ter um erro! Pode ser atraso ocasional, um erro humano.



Embora sua clínica não possa evitar os problemas inteiramente, ela pode aprender a recuperar-se deles. E a boa recuperação de serviço pode transformar pacientes irados em clientes leais. Ou seja, conservar clientes é a melhor medida de qualidade – a capacidade de uma empresa de serviços de saúde de manter seus clientes/pacientes depende da coerência do valor que ela lhes proporciona. Em vista disso, enquanto a meta de qualidade industrial pode ser “zero defeitos”, a meta do prestador de serviços é “zero abandonos de pacientes”. E isso implica em desenvolver um processo de ouvidoria eficiente e dar aos funcionários capacidade e autonomia para resolver as queixas dos clientes.



Produtividade



Treinar melhor seus funcionários atuais ou contratar outros que trabalhem com mais afinco ou sejam mais eficientes pela mesma remuneração; ou adotar processos capazes de atender a mais clientes simultaneamente; são iniciativas que costumam aumentar a produtividade. Porem, prestadoras de serviços de saúde devem evitar atribuir demasiada ênfase à produtividade, pois isso pode comprometer a qualidade dos serviços.



Algumas medidas como treinamento dos funcionários, ajudam a nivelar a qualidade e aumentar a satisfação do paciente ou reduzir a chance de ele se decepcionar. Mas outras medidas levam a um excesso de padronização e privam seu paciente de receber uma solução personalizada. As tentativas de industrializar um serviço ou reduzir seus custos podem torná-lo mais eficiente a curto prazo mas reduzem sua capacidade a um prazo mais longo de inovar, manter a qualidade do serviço, ou responder às novas necessidades dos clientes. Em alguns casos, o prestador de serviço de saúde deve inclusive aceitar reduzir a produtividade para criar maior diferenciação e qualidade de serviço.



Com o conhecimento do marketing sob uma abordagem moderna e com a aplicação correta das suas ferramentas, respaldados por uma assistência de qualidade, que venha transmitir segurança e elevar o nível de confiabilidade, temos como resultado não somente a aceitação do marketing, mas também, seu reconhecimento como uma atividade indispensável à “saúde” das organizações do setor.



A utilização do marketing dentro dessa nova ótica é a única maneira de se atingir objetivos mercadológicos relativos a qualquer atividade. Porém, no que diz respeito aos serviços de saúde, isso passa a ser uma questão de sobrevivência.



Levando-se em conta que essa nova abordagem é ética em si mesma, não infringe o forte contexto ético e cultural existente na área de saúde.