sexta-feira, 13 de agosto de 2010
SMS e Samaritano entregam última etapa do Serviço de Atenção Integral ao Dependente
A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) entregou quarta-feira, 11/8, em parceria com o Hospital Samaritano, a totalidade do Serviço de Atenção Integral ao Dependente (SAID), na Avenida Almirante Delamare, 3.033, zona sul da capital.
"O SAID é a primeira clínica pública para tratamento ao dependente, e a Secretaria Municipal da Saúde fica satisfeita em disponibilizar mais uma unidade, que vem complementar o trabalho de uma equipe que, desde 2005, ampliou a rede de atendimento na área de Saúde Mental, Álcool e Drogas", comenta Januario Montone, secretário Municipal da Saúde de São Paulo.
O complexo é um centro para o tratamento gratuito e intensivo de dependentes químicos - homens, mulheres, adolescentes e crianças a partir de 6 anos -, com a preocupação em desenvolver um programa voltado não só à dependência química, mas também para a recuperação física e a educacional, a reinserção social e o apoio psicossocial. O serviço atua, prioritariamente, recebendo os pacientes que são encaminhados pela Ação Integrada Centro Legal, que há um ano atua de maneira estratégica na região central da capital oferecendo assistência ao morador de rua e dependente químico.
Em seus 7 mil m² de área, estão distribuídos 80 leitos. A primeira etapa foi inaugurada em fevereiro deste ano com a entrega de 20 leitos na ala Masculino Adulto. Além das áreas específicas voltadas para o tratamento da dependência, o SAID conta com consultórios para atendimento odontológico e ginecológico, quadras poliesportivas, oficinas terapêuticas, salas de aula e de atividades em grupo.
Os pacientes do SAID são assistidos por uma equipe multidisciplinar com mais de 220 profissionais, que contempla: médicos, fisioterapeutas, enfermeiros, psicólogos, fonoaudiólogos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, professores de educação física e de alfabetização. "Nosso objetivo é promover a saúde, reduzindo danos e riscos, e buscar a inclusão social dos pacientes", afirma José Antônio de Lima, superintendente corporativo do Hospital Samaritano.
Sobre o Hospital Samaritano
Fundado em 1894, o Hospital Samaritano de São Paulo destaca-se pela excelência e humanização no atendimento à saúde. Em 2004, o hospital foi acreditado pela Joint Commission International (JCI), mais importante órgão certificador de padrões da excelência em saúde do mundo. O hospital foi reacreditado pela JCI em 2007.
O SAID é a segunda unidade, nesta área, sob gestão do Hospital Samaritano, unidade que utiliza o método da Chestnut Health Systems. No ano passado, foi inaugurado o Projeto Jovem Samaritano, voltado exclusivamente para rapazes com idade entre 14 e 18 anos. Situado em Cotia, foi implantado em parceria com a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo.
Serviço de Atenção Integral ao Dependente (SAID)
Endereço: Avenida Almirante Delamare, 3.033, Heliópolis
Data: 11/8/2010
Fonte: Assessoria de Imprensa
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Esclarecimentos sobre o tratamento de dependentes químicos no SUS
Investimentos na Política de Saúde Mental aumentaram 142%, saltando R$ 619,2 milhões para R$ 1,5 bilhão ao ano.
Em relação a declarações feitas pelo presidenciável José Serra a respeito do financiamento de ações para o tratamento de usuários de crack e outras drogas no Sistema Único de Saúde (SUS), o Ministério da Saúde esclarece que:
Não é verdade que o governo federal não aplica recursos para custear o tratamento de pacientes com transtornos associados ao consumo de drogas.
Esse custeio é feito tanto para o tratamento ambulatorial como para casos de necessidade de internação hospitalar.
De 2002 a 2009, os investimentos na Política de Saúde Mental aumentaram 142% – saltando R$ 619,2 milhões para R$ 1,5 bilhão ao ano.
Os gastos hospitalares representam 32,4% desse orçamento. Os recursos, da ordem de R$ 490 milhões, são utilizados no financiamento de 2,5 mil leitos específicos para a internação de dependentes químicos em hospitais gerais. Além disso, a rede pública de saúde conta com aproximadamente 9 mil leitos disponíveis ao tratamento de usuários de drogas em hospitais psiquiátricos, pronto-socorros gerais e psiquiátricos e em Centros de Atenção Psicossocial (CAPS 3) com atendimento 24 horas.
Isso prova que, em nenhum momento, o atual governo federal rejeitou ou excluiu a internação hospitalar como uma das possibilidades de tratamento para dependentes químicos.
Neste governo, essa questão sempre foi tratada como um problema de saúde pública, que vem sendo enfrentado por meio de um conjunto de medidas integradas e estratégicas devido à rapidez da expansão do consumo abusivo, especialmente de crack.
O SUS adota uma concepção ampliada de atendimento, abrangendo, também, a assistência e o acompanhamento do paciente por meio dos CAPS, das equipes que atuam na Estratégia Saúde da Família, dos Consultórios de Rua, das Casas de Acolhimento Transitório, de terapia ocupacional e, para casos necessários, de tratamento medicamentoso e internação hospitalar, que deve ser vista como uma das possibilidades de tratamento conforme o diagnóstico médico e o perfil do paciente.
Ou seja, é reducionista a visão de que a internação é a única solução para o tratamento da dependência química.
Essa visão, inclusive, contraria frontalmente os princípios da Reforma Psiquiátrica, amadurecida durante 20 anos no Brasil e que mudou o foco da hospitalização como centro do tratamento aos dependentes químicos.
Afinado às diretrizes da Reforma, o governo federal adotou o modelo de uma rede de atendimento – ambulatorial e hospitalar – preparada para assistir os pacientes fora do hospital, durante o período de internação hospitalar e também após a alta do período de desintoxicação.
OUTROS INVESTIMENTOS – A quantidade de (2,5 mil) leitos de internação específicos para o tratamento de dependentes químicos em hospitais gerais vai dobrar, até o final deste ano, graças ao incremento de R$ 180 milhões na Política de Saúde Mental.
Esses recursos estão previstos no Plano Integrado de Enfrentamento do Crack, uma política interministerial ampla de atendimento a dependentes de drogas, coordenada pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) da Presidência da República.
Em 2009, o ministério complementou, de forma emergencial, os investimentos na Política de Saúde Mental e aplicou R$ 117,3 milhões no Plano Emergencial de Álcool e Drogas (PEAD), que ampliou a rede assistência a dependentes químicos. O principal resultado do PEAD foi a ampliação da quantidade de CAPs, que triplicou de 2003 para 2010, saltado de 500 para 1.541 unidades.
A questão da dependência química é um problema que deve ser enfrentado por meio de um conjunto de medidas estratégicas que, além da rede pública de saúde, envolve a repressão ao tráfico, o desenvolvimento de ações de educação e informação, o envolvimento das famílias e a mobilização de toda a sociedade.
Ministério da Saúde
Em relação a declarações feitas pelo presidenciável José Serra a respeito do financiamento de ações para o tratamento de usuários de crack e outras drogas no Sistema Único de Saúde (SUS), o Ministério da Saúde esclarece que:
Não é verdade que o governo federal não aplica recursos para custear o tratamento de pacientes com transtornos associados ao consumo de drogas.
Esse custeio é feito tanto para o tratamento ambulatorial como para casos de necessidade de internação hospitalar.
De 2002 a 2009, os investimentos na Política de Saúde Mental aumentaram 142% – saltando R$ 619,2 milhões para R$ 1,5 bilhão ao ano.
Os gastos hospitalares representam 32,4% desse orçamento. Os recursos, da ordem de R$ 490 milhões, são utilizados no financiamento de 2,5 mil leitos específicos para a internação de dependentes químicos em hospitais gerais. Além disso, a rede pública de saúde conta com aproximadamente 9 mil leitos disponíveis ao tratamento de usuários de drogas em hospitais psiquiátricos, pronto-socorros gerais e psiquiátricos e em Centros de Atenção Psicossocial (CAPS 3) com atendimento 24 horas.
Isso prova que, em nenhum momento, o atual governo federal rejeitou ou excluiu a internação hospitalar como uma das possibilidades de tratamento para dependentes químicos.
Neste governo, essa questão sempre foi tratada como um problema de saúde pública, que vem sendo enfrentado por meio de um conjunto de medidas integradas e estratégicas devido à rapidez da expansão do consumo abusivo, especialmente de crack.
O SUS adota uma concepção ampliada de atendimento, abrangendo, também, a assistência e o acompanhamento do paciente por meio dos CAPS, das equipes que atuam na Estratégia Saúde da Família, dos Consultórios de Rua, das Casas de Acolhimento Transitório, de terapia ocupacional e, para casos necessários, de tratamento medicamentoso e internação hospitalar, que deve ser vista como uma das possibilidades de tratamento conforme o diagnóstico médico e o perfil do paciente.
Ou seja, é reducionista a visão de que a internação é a única solução para o tratamento da dependência química.
Essa visão, inclusive, contraria frontalmente os princípios da Reforma Psiquiátrica, amadurecida durante 20 anos no Brasil e que mudou o foco da hospitalização como centro do tratamento aos dependentes químicos.
Afinado às diretrizes da Reforma, o governo federal adotou o modelo de uma rede de atendimento – ambulatorial e hospitalar – preparada para assistir os pacientes fora do hospital, durante o período de internação hospitalar e também após a alta do período de desintoxicação.
OUTROS INVESTIMENTOS – A quantidade de (2,5 mil) leitos de internação específicos para o tratamento de dependentes químicos em hospitais gerais vai dobrar, até o final deste ano, graças ao incremento de R$ 180 milhões na Política de Saúde Mental.
Esses recursos estão previstos no Plano Integrado de Enfrentamento do Crack, uma política interministerial ampla de atendimento a dependentes de drogas, coordenada pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) da Presidência da República.
Em 2009, o ministério complementou, de forma emergencial, os investimentos na Política de Saúde Mental e aplicou R$ 117,3 milhões no Plano Emergencial de Álcool e Drogas (PEAD), que ampliou a rede assistência a dependentes químicos. O principal resultado do PEAD foi a ampliação da quantidade de CAPs, que triplicou de 2003 para 2010, saltado de 500 para 1.541 unidades.
A questão da dependência química é um problema que deve ser enfrentado por meio de um conjunto de medidas estratégicas que, além da rede pública de saúde, envolve a repressão ao tráfico, o desenvolvimento de ações de educação e informação, o envolvimento das famílias e a mobilização de toda a sociedade.
Ministério da Saúde
terça-feira, 27 de julho de 2010
Arquitetura aplicada em clínicas de saúde
Atualmente, os consultórios, clínicas e centros de saúde estão investindo cada vez mais no conforto e na arquitetura para propiciar aos seus pacientes um ambiente com mais conforto e bem estar.
Instalações físicas e tecnologias médicas e de informação representam um valor significativo quando da montagem inicial ou melhoria de um negócio de Saúde, seja uma clínica médica ou um hospital de porte. Arquitetos e Engenheiros tanto de projetos como de construção, tem um papel marcante no estabelecimento de um Negócio Viável, ao encontrarem custos de obras e equipamentos cujos valores de amortização permitam um tempo de retorno aceito pelos investidores, com seus montantes retirados dos resultados da operação do negócio.
As adaptações e reformas, muitas vezes sem a interrupção dos serviços prestados aos clientes, devem ser projetadas tendo em mente as questões complexas de segurança e da tecnologia presente hoje nos centros de saúde e clínicas médicas.
O desafio de um projeto de adaptação começa com um levantamento cadastral completo do imóvel a ser adaptado, um check-list de pontos restritivos, além, é claro, do programa de necessidades. Tudo isto deve ser sobreposto para dar uma direção ao projeto.
A partir disto, cliente e arquiteto conseguem enxergar o que vale a pena ser feito, o custo operacional de cada interferência, seu prazo de execução e seu real valor agregado.
Segundo o arquiteto João Carlos Bross, especialista em projetos da área de saúde, costuma-se deixar claro ao cliente todas as restrições da prefeitura, da vigilância sanitária, as regras do condomínio, as diretrizes do corpo de bombeiros e segurança. Com isto, arquiteto e cliente caminham juntos com o melhor de um projeto de arquitetura baseado em evidências.
É fundamental que o arquiteto deva acima de tudo, conhecer o todo da empresa, as rotinas de trabalho, o organograma da empresa, as peculiaridades do serviço, o que no caso da saúde, envolve um serviço complexo.
Recomenda-se que adequações nos edifícios mesmo que setoriais ou a incorporação de novas tecnologias médicas, gerem um Plano de Negócios que indique se o mesmo é viável ou requer alterações para que assim se torne!!!
Abraços,
Instalações físicas e tecnologias médicas e de informação representam um valor significativo quando da montagem inicial ou melhoria de um negócio de Saúde, seja uma clínica médica ou um hospital de porte. Arquitetos e Engenheiros tanto de projetos como de construção, tem um papel marcante no estabelecimento de um Negócio Viável, ao encontrarem custos de obras e equipamentos cujos valores de amortização permitam um tempo de retorno aceito pelos investidores, com seus montantes retirados dos resultados da operação do negócio.
As adaptações e reformas, muitas vezes sem a interrupção dos serviços prestados aos clientes, devem ser projetadas tendo em mente as questões complexas de segurança e da tecnologia presente hoje nos centros de saúde e clínicas médicas.
O desafio de um projeto de adaptação começa com um levantamento cadastral completo do imóvel a ser adaptado, um check-list de pontos restritivos, além, é claro, do programa de necessidades. Tudo isto deve ser sobreposto para dar uma direção ao projeto.
A partir disto, cliente e arquiteto conseguem enxergar o que vale a pena ser feito, o custo operacional de cada interferência, seu prazo de execução e seu real valor agregado.
Segundo o arquiteto João Carlos Bross, especialista em projetos da área de saúde, costuma-se deixar claro ao cliente todas as restrições da prefeitura, da vigilância sanitária, as regras do condomínio, as diretrizes do corpo de bombeiros e segurança. Com isto, arquiteto e cliente caminham juntos com o melhor de um projeto de arquitetura baseado em evidências.
É fundamental que o arquiteto deva acima de tudo, conhecer o todo da empresa, as rotinas de trabalho, o organograma da empresa, as peculiaridades do serviço, o que no caso da saúde, envolve um serviço complexo.
Recomenda-se que adequações nos edifícios mesmo que setoriais ou a incorporação de novas tecnologias médicas, gerem um Plano de Negócios que indique se o mesmo é viável ou requer alterações para que assim se torne!!!
Abraços,
terça-feira, 20 de julho de 2010
Secretárias, fundamentais para o ótimo andamento em seu consultório.
As secretárias são profissionais de extrema importância para fazer um consultório funcionar. Alem de ser responsável pela agenda do profissional de saúde e por organizar e manter o ambiente de trabalho, uma secretária profissional também deve surpreender e encantar seus pacientes.
Uma secretária competente precisa manter uma relação de respeito, responsabilidade e companheirismo com o doutor. Alem disso, deve ter a famosa "inteligência emocional " para poder atender bem os pacientes, -os fáceis e também os mais temperamentais, sempre com muito jogo de cintura e muita educação!
Ser um filtro, barrando pequenos problemas e resolvendo ações corriqueiras do consultório, enquanto o profissional de saúde estiver em atendimento ao seu paciente, é sem dúvida uma grande qualidade.
A formação em Secretariado é regulamentada desde 1985 e o profissional de saúde deve incentivar essa qualificação para sua secretária, através de cursos técnicos, tecnólogos ou de graduações de curso superior. Sem dúvida, esta iniciativa, alem de prepará-la para resolver pequenos conflitos internos no ambiente de trabalho, promove a auto estima e uma auto estima elevada de qualquer integrante de sua equipe, corresponde há benefícios para todos mas principalmente para seus clientes e isto sim é fundamental.
Alem dos cursos profissionalizantes, há o treinamento, que é fundamental para dar apoio no início e manter a secretária motivada e voltada para os valores que o profissional de saúde deseja manter em seu consultório.
Algumas das características de uma secretária eficiênte:
Conhecimento de suas funções;
Atenção a TUDO o que acontece no consultório;
Organização e limpeza do ambiente;
Relação carismática com o profissional de saúde e o paciente;
Interesse em aprender novos conceitos e capacidade em aplicar;
Ser simpática e educada;
Atender o telefone com dedicação e eficiência;
Saber responder aos e-mails de forma cordial e objetiva;
Vestir a "camisa" do consultório.
E para finalizar uma dica valiosa, é que a secretária se coloque no lugar do paciente e o atenda como gostaria que fosse atendida.
Abraços,
Uma secretária competente precisa manter uma relação de respeito, responsabilidade e companheirismo com o doutor. Alem disso, deve ter a famosa "inteligência emocional " para poder atender bem os pacientes, -os fáceis e também os mais temperamentais, sempre com muito jogo de cintura e muita educação!
Ser um filtro, barrando pequenos problemas e resolvendo ações corriqueiras do consultório, enquanto o profissional de saúde estiver em atendimento ao seu paciente, é sem dúvida uma grande qualidade.
A formação em Secretariado é regulamentada desde 1985 e o profissional de saúde deve incentivar essa qualificação para sua secretária, através de cursos técnicos, tecnólogos ou de graduações de curso superior. Sem dúvida, esta iniciativa, alem de prepará-la para resolver pequenos conflitos internos no ambiente de trabalho, promove a auto estima e uma auto estima elevada de qualquer integrante de sua equipe, corresponde há benefícios para todos mas principalmente para seus clientes e isto sim é fundamental.
Alem dos cursos profissionalizantes, há o treinamento, que é fundamental para dar apoio no início e manter a secretária motivada e voltada para os valores que o profissional de saúde deseja manter em seu consultório.
Algumas das características de uma secretária eficiênte:
Conhecimento de suas funções;
Atenção a TUDO o que acontece no consultório;
Organização e limpeza do ambiente;
Relação carismática com o profissional de saúde e o paciente;
Interesse em aprender novos conceitos e capacidade em aplicar;
Ser simpática e educada;
Atender o telefone com dedicação e eficiência;
Saber responder aos e-mails de forma cordial e objetiva;
Vestir a "camisa" do consultório.
E para finalizar uma dica valiosa, é que a secretária se coloque no lugar do paciente e o atenda como gostaria que fosse atendida.
Abraços,
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