Ter um bom atendimento, capacitar-se tecnicamente e acumular experiência são fatores que pesam bastante para um profissional da área de saúde.
Um profissional com pouca experiência e com fluxo baixo de pacientes, pode ser visto com desconfiança.
Uma sólida formação profissional e a bagagem profissional contam muito, mas não representam todos os fatores geradores de sucesso.
Saber trabalhar sua imagem e entender a melhor forma de" vender" sua marca no mercado, tambem faz toda a diferença..
A boa aceitação entre os seus pacientes pode depender em grande parte da confiança transmitida na sua interação com eles.
Comunicação não é apenas para profissionais de Publicidade e Marketing. Dialogar bem com o público é fundamentalem qualquer carreira.
O médico ou o dentista precisa se comunicar bem com seus pacientes, colaboradores e colegas de profissão.
Colocar-se no lugar do outro, comunicando-se de forma compreensível e cordial para seu ouvinte, pode ajudar no exercício da empatia, fundamental para uma comunicação eficiênte!
Um profissional de sucesso precisa de ações para divulgar seu trabalho(o que não incluí só propaganda).
As pessoas precisam conhecê-lo. Arregace suas mangas, divulgue-se e treine sua equipe para tambem divulgar. Pode ser através das redes sociais, informativos, artigos em revistas., cartões de visitas sempre à mão.
Atenção tambem deve ser dado ao seu banco de dados. Lembre-se que uma rede de relacionamentos profissional é algo a ser cultivado e valorizado que pode garantir mais pacientes no seu consultório.
Até mais!
sábado, 5 de junho de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Desafios da empresa prestadora de serviços de saúde
Diferenciação
Nestes dias de intensa concorrência de preços, as empresas de serviço de saúde freqüentemente se queixam da dificuldade de diferenciar seus serviços dos de seus concorrentes. Quando os clientes/pacientes consideram semelhantes os serviços de fornecedores diferentes, preocupam-se mais com o preço do que com o fornecedor. A solução é evitar ao máximo a concorrência de preços e para isso é preciso desenvolver um planejamento estratégico de oferta, fornecimento e imagem diferenciadas. Este planejamento é realizado com o conhecimento do marketing moderno, aplicado de forma ética no setor da saúde.
A oferta deve incluir aspectos inovadores para distingui-la das ofertas dos concorrentes.
A empresa que regularmente descobre inovações desejadas conquista uma série de vantagens temporárias, e através de sua reputação inovadora pode manter os clientes/pacientes que desejam a melhor qualidade de serviço.
Um exêmplo de oferta diferenciada é a clínica de odontologia que investe em um aparelho de laser para realizar o clareamento dental ou uso de diagnóstico por tomografia 3D.
Quanto ao fornecimento, pode ser diferenciado de três maneiras: através das pessoas, do ambiente físico e do processo.
A empresa de saúde pode distinguir-se contratando pessoas de contato com o público mais capazes e confiáveis do que aquelas de seus concorrentes; pode desenvolver um ambiente físico de qualidade superior onde são prestados os serviços, ou mesmo, onde são criados e processados os serviços, dentro do conceito de cuidar de quem cuida do paciente.
Qualidade
A chave é superar a expectativa do cliente quanto à qualidade de serviço, ou seja, prometer apenas o que puder fornecer (ou um pouco menos) e forneçer mais do que prometeu.
Se o serviço percebido de uma determinada empresa excede a expectativa do serviço, os clientes sentem-se inclinados a voltar à utilizá-la.
Mas, por maior que seja o empenho, mesmo as melhores empresas irão ter um erro! Pode ser atraso ocasional, um erro humano.
Embora sua clínica não possa evitar os problemas inteiramente, ela pode aprender a recuperar-se deles. E a boa recuperação de serviço pode transformar pacientes irados em clientes leais. Ou seja, conservar clientes é a melhor medida de qualidade – a capacidade de uma empresa de serviços de saúde de manter seus clientes/pacientes depende da coerência do valor que ela lhes proporciona. Em vista disso, enquanto a meta de qualidade industrial pode ser “zero defeitos”, a meta do prestador de serviços é “zero abandonos de pacientes”. E isso implica em desenvolver um processo de ouvidoria eficiente e dar aos funcionários capacidade e autonomia para resolver as queixas dos clientes.
Produtividade
Treinar melhor seus funcionários atuais ou contratar outros que trabalhem com mais afinco ou sejam mais eficientes pela mesma remuneração; ou adotar processos capazes de atender a mais clientes simultaneamente; são iniciativas que costumam aumentar a produtividade. Porem, prestadoras de serviços de saúde devem evitar atribuir demasiada ênfase à produtividade, pois isso pode comprometer a qualidade dos serviços.
Algumas medidas como treinamento dos funcionários, ajudam a nivelar a qualidade e aumentar a satisfação do paciente ou reduzir a chance de ele se decepcionar. Mas outras medidas levam a um excesso de padronização e privam seu paciente de receber uma solução personalizada. As tentativas de industrializar um serviço ou reduzir seus custos podem torná-lo mais eficiente a curto prazo mas reduzem sua capacidade a um prazo mais longo de inovar, manter a qualidade do serviço, ou responder às novas necessidades dos clientes. Em alguns casos, o prestador de serviço de saúde deve inclusive aceitar reduzir a produtividade para criar maior diferenciação e qualidade de serviço.
Com o conhecimento do marketing sob uma abordagem moderna e com a aplicação correta das suas ferramentas, respaldados por uma assistência de qualidade, que venha transmitir segurança e elevar o nível de confiabilidade, temos como resultado não somente a aceitação do marketing, mas também, seu reconhecimento como uma atividade indispensável à “saúde” das organizações do setor.
A utilização do marketing dentro dessa nova ótica é a única maneira de se atingir objetivos mercadológicos relativos a qualquer atividade. Porém, no que diz respeito aos serviços de saúde, isso passa a ser uma questão de sobrevivência.
Levando-se em conta que essa nova abordagem é ética em si mesma, não infringe o forte contexto ético e cultural existente na área de saúde.
Nestes dias de intensa concorrência de preços, as empresas de serviço de saúde freqüentemente se queixam da dificuldade de diferenciar seus serviços dos de seus concorrentes. Quando os clientes/pacientes consideram semelhantes os serviços de fornecedores diferentes, preocupam-se mais com o preço do que com o fornecedor. A solução é evitar ao máximo a concorrência de preços e para isso é preciso desenvolver um planejamento estratégico de oferta, fornecimento e imagem diferenciadas. Este planejamento é realizado com o conhecimento do marketing moderno, aplicado de forma ética no setor da saúde.
A oferta deve incluir aspectos inovadores para distingui-la das ofertas dos concorrentes.
A empresa que regularmente descobre inovações desejadas conquista uma série de vantagens temporárias, e através de sua reputação inovadora pode manter os clientes/pacientes que desejam a melhor qualidade de serviço.
Um exêmplo de oferta diferenciada é a clínica de odontologia que investe em um aparelho de laser para realizar o clareamento dental ou uso de diagnóstico por tomografia 3D.
Quanto ao fornecimento, pode ser diferenciado de três maneiras: através das pessoas, do ambiente físico e do processo.
A empresa de saúde pode distinguir-se contratando pessoas de contato com o público mais capazes e confiáveis do que aquelas de seus concorrentes; pode desenvolver um ambiente físico de qualidade superior onde são prestados os serviços, ou mesmo, onde são criados e processados os serviços, dentro do conceito de cuidar de quem cuida do paciente.
Qualidade
A chave é superar a expectativa do cliente quanto à qualidade de serviço, ou seja, prometer apenas o que puder fornecer (ou um pouco menos) e forneçer mais do que prometeu.
Se o serviço percebido de uma determinada empresa excede a expectativa do serviço, os clientes sentem-se inclinados a voltar à utilizá-la.
Mas, por maior que seja o empenho, mesmo as melhores empresas irão ter um erro! Pode ser atraso ocasional, um erro humano.
Embora sua clínica não possa evitar os problemas inteiramente, ela pode aprender a recuperar-se deles. E a boa recuperação de serviço pode transformar pacientes irados em clientes leais. Ou seja, conservar clientes é a melhor medida de qualidade – a capacidade de uma empresa de serviços de saúde de manter seus clientes/pacientes depende da coerência do valor que ela lhes proporciona. Em vista disso, enquanto a meta de qualidade industrial pode ser “zero defeitos”, a meta do prestador de serviços é “zero abandonos de pacientes”. E isso implica em desenvolver um processo de ouvidoria eficiente e dar aos funcionários capacidade e autonomia para resolver as queixas dos clientes.
Produtividade
Treinar melhor seus funcionários atuais ou contratar outros que trabalhem com mais afinco ou sejam mais eficientes pela mesma remuneração; ou adotar processos capazes de atender a mais clientes simultaneamente; são iniciativas que costumam aumentar a produtividade. Porem, prestadoras de serviços de saúde devem evitar atribuir demasiada ênfase à produtividade, pois isso pode comprometer a qualidade dos serviços.
Algumas medidas como treinamento dos funcionários, ajudam a nivelar a qualidade e aumentar a satisfação do paciente ou reduzir a chance de ele se decepcionar. Mas outras medidas levam a um excesso de padronização e privam seu paciente de receber uma solução personalizada. As tentativas de industrializar um serviço ou reduzir seus custos podem torná-lo mais eficiente a curto prazo mas reduzem sua capacidade a um prazo mais longo de inovar, manter a qualidade do serviço, ou responder às novas necessidades dos clientes. Em alguns casos, o prestador de serviço de saúde deve inclusive aceitar reduzir a produtividade para criar maior diferenciação e qualidade de serviço.
Com o conhecimento do marketing sob uma abordagem moderna e com a aplicação correta das suas ferramentas, respaldados por uma assistência de qualidade, que venha transmitir segurança e elevar o nível de confiabilidade, temos como resultado não somente a aceitação do marketing, mas também, seu reconhecimento como uma atividade indispensável à “saúde” das organizações do setor.
A utilização do marketing dentro dessa nova ótica é a única maneira de se atingir objetivos mercadológicos relativos a qualquer atividade. Porém, no que diz respeito aos serviços de saúde, isso passa a ser uma questão de sobrevivência.
Levando-se em conta que essa nova abordagem é ética em si mesma, não infringe o forte contexto ético e cultural existente na área de saúde.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Sustentabilidade na Odontologia
Sustentabilidade é um conceito sistêmico, relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana.
Propõe-se a ser um meio de configurar a civilização e atividade humanas, de tal forma que a sociedade, os seus membros e as suas economias possam preencher as suas necessidades e expressar o seu maior potencial no presente, e ao mesmo tempo preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais, planejando e agindo de forma a atingir pró-eficiência na manutenção indefinida desses ideais.
A sustentabilidade abrange vários níveis de organização, desde a vizinhança local até o planeta inteiro.
“O desenvolvimento sustentável é aquele que atende as necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem às suas próprias necessidades.” Esta definição foi criada pela Comissão Mundial de Meio Ambiente e Desenvolvimento, que produziu um relatório chamado “Nosso futuro comum”, também conhecido como Relatório Burdtland (COMISSÃO BRUNDTLAND, 1991, p. 46).
“Diante da emergência de um novo consumidor, que exerce seu papel de cidadão por meio de um consumo mais consciente, percebemos que está em curso uma mudança de paradigmas na sociedade na direção da sustentabilidade”, afirma Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu.
Essa sociedade mais sustentável está fundamentada, mais do que nunca, no diálogo e na comunicação
Empresas que estão verdadeiramente compromissadas com um crescimento sustentável, acabam destacando-se frente a este novo consumidor. E a área da saúde não foge à regra, muito pelo contrário.
O profissional de saúde é um agente transformador do seu ambiente, não sendo apenas um mero recurso humano realizador de tarefas pré-estabelecidas, tendo em vista este conceito básico, podemos imaginar a influência positiva deste profissional na sociedade em que ele está inserido, e como ele pode fomentar nas pessoas de sua comunidade uma mudança de hábitos, tendo como objetivo a manutenção dos nossos recursos.
Coloco aqui, uma exêmplo de um trabalho de sustentabilidade de importância e de realização inovadora, trabalhando juntos uma empresa, universidade e dentistas.
O Programa de Reciclagem de Amálgama promovido desde 2005 pela OdontoPrev em parceria com a Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB/USP) já recuperou 16 quilos de amálgama e conta com a colaboração de 1.954 cirurgiões-dentistas em todo o Brasil, segundo a empresa.
O programa de coleta do amálgama da empresa, que visa adequação à resolução 358 de 2005 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), já recebeu investimentos de R$83 mil reais.
Cada restauração dentária utiliza em média 2 gramas de amálgama, que é um composto que contém 50% de mercúrio, metal pesado que pode se acumular e contaminar o solo, plantas e água e provoca sérios danos ao sistema nervoso central dos mamíferos. Nos homens ele pode causar a perda da sensibilidade nos membros, da visão, fala e audição, má formação de fetos e em casos mais graves pode levar à morte.
Além do mercúrio, a amálgama também apresenta prata na sua composição.
A operadora patrocina a recuperação do material, que acontece no Laboratório de Bioquímica, da FOB-USP.
Achei isto formidável, devemos anúnciar aos meios de comunicação esta iniciativa. Este é um ótimo modelo para a classe odontológica posicionar-se.
De forma inovadora, conciênte e positivamente perante nossa sociedade e assim alcançar o tão justo reconhecimento social e financeiro que tanto temos direito.
Espero que tenham gostado! Até mais.
Propõe-se a ser um meio de configurar a civilização e atividade humanas, de tal forma que a sociedade, os seus membros e as suas economias possam preencher as suas necessidades e expressar o seu maior potencial no presente, e ao mesmo tempo preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais, planejando e agindo de forma a atingir pró-eficiência na manutenção indefinida desses ideais.
A sustentabilidade abrange vários níveis de organização, desde a vizinhança local até o planeta inteiro.
“O desenvolvimento sustentável é aquele que atende as necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem às suas próprias necessidades.” Esta definição foi criada pela Comissão Mundial de Meio Ambiente e Desenvolvimento, que produziu um relatório chamado “Nosso futuro comum”, também conhecido como Relatório Burdtland (COMISSÃO BRUNDTLAND, 1991, p. 46).
“Diante da emergência de um novo consumidor, que exerce seu papel de cidadão por meio de um consumo mais consciente, percebemos que está em curso uma mudança de paradigmas na sociedade na direção da sustentabilidade”, afirma Helio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu.
Essa sociedade mais sustentável está fundamentada, mais do que nunca, no diálogo e na comunicação
Empresas que estão verdadeiramente compromissadas com um crescimento sustentável, acabam destacando-se frente a este novo consumidor. E a área da saúde não foge à regra, muito pelo contrário.
O profissional de saúde é um agente transformador do seu ambiente, não sendo apenas um mero recurso humano realizador de tarefas pré-estabelecidas, tendo em vista este conceito básico, podemos imaginar a influência positiva deste profissional na sociedade em que ele está inserido, e como ele pode fomentar nas pessoas de sua comunidade uma mudança de hábitos, tendo como objetivo a manutenção dos nossos recursos.
Coloco aqui, uma exêmplo de um trabalho de sustentabilidade de importância e de realização inovadora, trabalhando juntos uma empresa, universidade e dentistas.
O Programa de Reciclagem de Amálgama promovido desde 2005 pela OdontoPrev em parceria com a Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB/USP) já recuperou 16 quilos de amálgama e conta com a colaboração de 1.954 cirurgiões-dentistas em todo o Brasil, segundo a empresa.
O programa de coleta do amálgama da empresa, que visa adequação à resolução 358 de 2005 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), já recebeu investimentos de R$83 mil reais.
Cada restauração dentária utiliza em média 2 gramas de amálgama, que é um composto que contém 50% de mercúrio, metal pesado que pode se acumular e contaminar o solo, plantas e água e provoca sérios danos ao sistema nervoso central dos mamíferos. Nos homens ele pode causar a perda da sensibilidade nos membros, da visão, fala e audição, má formação de fetos e em casos mais graves pode levar à morte.
Além do mercúrio, a amálgama também apresenta prata na sua composição.
A operadora patrocina a recuperação do material, que acontece no Laboratório de Bioquímica, da FOB-USP.
Achei isto formidável, devemos anúnciar aos meios de comunicação esta iniciativa. Este é um ótimo modelo para a classe odontológica posicionar-se.
De forma inovadora, conciênte e positivamente perante nossa sociedade e assim alcançar o tão justo reconhecimento social e financeiro que tanto temos direito.
Espero que tenham gostado! Até mais.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Goma de Mascar Promete Remineralizar Estrutura Dental

A saliva é um dos mecanismos de defesa mais potentes do organismo e é vital para a saúde bucal. Composta de sais minerais como cálcio, fosfato e flúor, ela tem um papel fundamental no monitoramento e manutenção da cavidade bucal, regulando a integridade de seus tecidos moles e duros.
Goma de mascar sem açúcar tem o efeito benéfico, primeiramente, na estimulação da saliva. Esse aumento de fluxo, na ausência significativa de ácidos, favorece a um aumento na quantidade e na concentração de cálcio secretado. Depois, ela aumenta o pH e, consequentemente, a concentração do fosfato. Isso gera aumento da capacidade tampão da saliva e um aumento maior e mais rápido do seu pH, tornando assim o processo des/remineralização mais favorável para a remineralização.
No 28° CIOSP, Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo, a Trident lançou o Trident Totalque apresenta na sua fórmula uma proteína derivada do leite, o Recaldent. Segundo a Trident, esta proteína ajuda a repor o cálcio que os dentes perdem no dia a dia, promovendo a remineralização.
Apesar de parecer uma estrutura compacta e inativa, os dentes estão sujeitos a uma perda mineral constante (desmineralização), provocada pela presença de ácidos na boca. Quando essa perda de minerais não é compensada adequadamente (remineralização), o dente fica sujeito ao desenvolvimento da cárie.
A partir de pesquisas desenvolvidas na Universidade de Melberbourne, na Austrália, foi isolada uma proteína do leite que ajuda a repor os minerais que os dentes perdem diariamente. Tecnicamente falando, essa proteína oferece um reservatório de cálcio e fosfato específico para os dentes que promove a remineralização do esmalte, tornando os dentes mais fortes e mais resistentes ao risco de cáries. Essa proteína foi batizada de Recaldent, que é o ingrediente exclusivo de Trident Total.
Sendo um coadjuvante na higienização bucal, principalmente para aqueles pacientes que só escovam os dentes uma vez ao dia ou mesmo indicado para pessoas que adoram o ciclete com açucar. Aagora temos um aliado inteligente para derrubar qualquer argumentação.
No site http://www.recaldent.com.br/trident-total.aspx, há mais informações sobre o produto.
Abraços,
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